Quando ando na rua, a pé ou de carro, assusto-me muita vez quando vejo as crianças, fora das suas cadeiras, sentadas ou de pé, no banco de trás do carro em que seguem. Muitas vezes é porque o trajecto é pequeno, mas nesse trajecto muito pode acontecer. Às vezes, também vejo familias completas nas motas. Não percebo bem a prioridade dos adultos, pois eles vao de capacete e as crianças não.
Os portugueses têm sempre em mente que nada lhes acontece, até que um dia...
Eu nunca penso assim, mesmo em pequenos trajectos, vamos todos seguros com cintos e a criança bem apertada na cadeirinha.
Hoje, felizmente, estamos os três vivos e com saúde porque a criança ía bem amarrada na cadeira e nós, adultos, com cintos de segurança. Tudo aconteceu na A1, caputamos durante 200 m.
Acidentes acontecem a qualquer um, o nosso dever é prevenirmo-nos....

1 comentário:
Tens razao, á muita gente no mundo que nao tem dois dedos de testa.Faz aventuras perigosas para ele e os que lhe acompanham. Sorte é a nossa de nao seremos assim.Foste muito esperta e prevenida por amarrar ao Jaime e a todos os demais. Tia, nao temas, tu nunca fracasarás.
Beijos Mireia.
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