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Não sei quem te perdeu
Se fui eu ou a tua ausência,
Ou se este ego meu
De te ter como dependência.
Sei que já não voltas,
Sei que já não há abraços,
Já não me contas histórias
E eu estou em pedaços.
Preciso de ti todos os dias;
A vida já não a sinto igual.
Qual leoa com as suas crias,
Não era esse o mapa astral.
Um dia vou-te encontrar;
Em silêncio irei estar,
Porque de ti o que espero
É aquele abraço que venero.
Elsa Barbosa
12710/2025
