sexta-feira, 17 de julho de 2009

Foi a cadeira que o salvou



Quando ando na rua, a pé ou de carro, assusto-me muita vez quando vejo as crianças, fora das suas cadeiras, sentadas ou de pé, no banco de trás do carro em que seguem. Muitas vezes é porque o trajecto é pequeno, mas nesse trajecto muito pode acontecer. Às vezes, também vejo familias completas nas motas. Não percebo bem a prioridade dos adultos, pois eles vao de capacete e as crianças não.
Os portugueses têm sempre em mente que nada lhes acontece, até que um dia...
Eu nunca penso assim, mesmo em pequenos trajectos, vamos todos seguros com cintos e a criança bem apertada na cadeirinha.
Hoje, felizmente, estamos os três vivos e com saúde porque a criança ía bem amarrada na cadeira e nós, adultos, com cintos de segurança. Tudo aconteceu na A1, caputamos durante 200 m.
Acidentes acontecem a qualquer um, o nosso dever é prevenirmo-nos....

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A vida por um triz

10 de Junho- dia inesquecível

Íamos os três (pai, mãe e filho) na A1. Uma guinada mais violenta no volante e tudo aconteceu...o carro caputou por todos os lados. Eu não conseguia ver o meu filho, não sabia como é que ele estava. Foram segundos de aflição. Quando o carro parou, depois de 200 m a caputar, tirei o cinto e fui logo para o banco de trás. Ele estava bem, nem um arranhão. Foi nesse momento que senti que a vida poderia ter acabado ali.
São este tristes momentos que nos fazem lembrar que a vida tem de ser bem vivida, cada momento bem apreciado. Tirar o melhor proveito da vida e vivê-la a 100 por cento. Apreciar o que a vida tem de melhor. Dar valor a quem tem valor.
Mas, acima de tudo privilegiar quem realmente intessa: a família e os amigos.