Íamos os três (pai, mãe e filho) na A1. Uma guinada mais violenta no volante e tudo aconteceu...o carro caputou por todos os lados. Eu não conseguia ver o meu filho, não sabia como é que ele estava. Foram segundos de aflição. Quando o carro parou, depois de 200 m a caputar, tirei o cinto e fui logo para o banco de trás. Ele estava bem, nem um arranhão. Foi nesse momento que senti que a vida poderia ter acabado ali.
São este tristes momentos que nos fazem lembrar que a vida tem de ser bem vivida, cada momento bem apreciado. Tirar o melhor proveito da vida e vivê-la a 100 por cento. Apreciar o que a vida tem de melhor. Dar valor a quem tem valor.
Mas, acima de tudo privilegiar quem realmente intessa: a família e os amigos.
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